

Após o fim da II Guerra Mundial (1939-1944) e com a Europa devastada por um dos conflitos mundiais mais traumatizantes, não só ao nível do número de pessoas eliminadas, como também pela destruição material das nações envolvidas, os EUA criaram, através do Plano Marshall, a sua janela de oportunidade para criar uma rede de influências numa Europa dividida em dois blocos através do muro de Berlim.
Nessa época, as ideologias dominantes no espaço europeu, baseavam-se por um lado, na democracia, suportada pelo capitalismo e pela iniciativa privada, e por outro, no comunismo baseado no colectivismo dos meios de produção geridos pelo governo central.
Bastaram 45 anos de funcionamento do modelo comunista inspirado na utopia do homem “bom”, para que em 1989, o muro de Berlim fosse derrubado, com consequências trágicas para a ideologia defendida na URSS e da falência do modelo que a sustentava.
O contraponto ideológico que de certo modo obrigava às ideologias da época, um respeito mútuo, tinha acabado por se desmoronar como se tratasse de um autêntico castelo de cartas.
Pavoneando-se no palco das vaidades, o capitalismo liberal americano e o europeu (UE), procuraram aliciar as ex-republicas soviéticas a aderirem ao capitalismo, sem haver a preocupação de o adaptar às especificidades de cada país.
O desmembramento da URSS em repúblicas independentes teve como consequência o esvaziamento de um sistema politico completamente ineficaz e injusto para dar origem a um outro ambiente igualmente severo - capitalista selvagem comandado por máfias e corrupção politica.
Agora, e para surpresa dos menos atentos, o modelo de capitalismo subjacente à actual crise financeira em que vivemos, é criticado por muitos que acham que o Estado deve ser mais interventivo na economia, deve monitorizar as politicas económicas, financeiras e monetárias, regular com mais eficácia os diversos de mercados, eliminar os paraísos fiscais, enfim, a reformar o actual sistema financeiro nos moldes da cimeira de Londres.
Assim, a criação de uma ideologia menos radical à esquerda e menos extremada à direita impõe-se…
Nessa época, as ideologias dominantes no espaço europeu, baseavam-se por um lado, na democracia, suportada pelo capitalismo e pela iniciativa privada, e por outro, no comunismo baseado no colectivismo dos meios de produção geridos pelo governo central.
Bastaram 45 anos de funcionamento do modelo comunista inspirado na utopia do homem “bom”, para que em 1989, o muro de Berlim fosse derrubado, com consequências trágicas para a ideologia defendida na URSS e da falência do modelo que a sustentava.
O contraponto ideológico que de certo modo obrigava às ideologias da época, um respeito mútuo, tinha acabado por se desmoronar como se tratasse de um autêntico castelo de cartas.
Pavoneando-se no palco das vaidades, o capitalismo liberal americano e o europeu (UE), procuraram aliciar as ex-republicas soviéticas a aderirem ao capitalismo, sem haver a preocupação de o adaptar às especificidades de cada país.
O desmembramento da URSS em repúblicas independentes teve como consequência o esvaziamento de um sistema politico completamente ineficaz e injusto para dar origem a um outro ambiente igualmente severo - capitalista selvagem comandado por máfias e corrupção politica.
Agora, e para surpresa dos menos atentos, o modelo de capitalismo subjacente à actual crise financeira em que vivemos, é criticado por muitos que acham que o Estado deve ser mais interventivo na economia, deve monitorizar as politicas económicas, financeiras e monetárias, regular com mais eficácia os diversos de mercados, eliminar os paraísos fiscais, enfim, a reformar o actual sistema financeiro nos moldes da cimeira de Londres.
Assim, a criação de uma ideologia menos radical à esquerda e menos extremada à direita impõe-se…






