sábado, 7 de março de 2009

PROTECCIONISMO? NÃO OBRIGADO (*)


No actual contexto internacional, a compreensão de alguns comuns dos mortais da realidade económica e política, nem sempre converge com os argumentos sustentados pelas ciências económica e política.Não passa pela cabeça de ninguém, que nós, enquanto cidadãos individualizados, possamos adquirir os bens e serviços de que necessitamos através da nossa auto-produção. Ou seja, cada um deve procurar fazer aquilo em que é mais competente e em que se diferencia da concorrência. A sua especialização terá um valor expresso em euros que depois lhe permitirá adquirir um determinado cabaz de bens e serviços.A estabilidade social existe enquanto a vivência comum assentar no equilíbrio das trocas justas entre os concidadãos de um país. Neste ponto, cabe ao governo estabelecer as regras do jogo e de equidade para que não haja atropelos aos direitos e obrigações das pessoas mais poderosas e dos menos afortunados.Também os países devem relacionar-se entre si de forma semelhante, num mundo em que a dimensão espaço e tempo são reduzidos a um ritmo avassalador, consequência da globalização e também porque o eventual regresso ao passado de ideais proteccionistas agravariam exponencialmente o equilíbrio do sistema financeiro e da economia real mundiais. Seria, uma demonstração de “egoísmo” num mundo que necessita de ser trabalhado por todos de uma forma mais solidária e responsável.

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