
A globalização, através das novas tecnologias de comunicação, transformou profundamente, a forma de nos relacionarmos uns com outros na nossa pequena aldeia mundial. Actualmente e de forma gradual, as barreiras à comunicação vão-se esbatendo, independentemente da localização dos respectivos interlocutores, quer se tratem de simples cidadãos e empresas, quer se tratem de países e governos. Em Abril, o G20 reunir-se-á em Londres, com o intuito de alcançar objectivos mais ambiciosos e dirigidos à criação de uma nova e mais eficaz regulação internacional do actual sistema financeiro mundial, de modo que cada país não fique exposto a criminosos económico-financeiros sem escrúpulos, que depositam os seus ganhos milionários e muitas vezes fraudulentos em “Off-Shores”, proporcionando o branqueamento de capitais como resultado de actividades mafiosas entre as quais destaco por exemplo: Tráfico de Armas, droga, mulheres, extorsão, escravos (séc. XXI !!!?), cibercrime, etc… Neste momento, parece-me crer que as posições actuais dos EUA e da EU não se encontram em sintonia, o que me leva a pensar que a reunião de Londres não venha a ser proveitosa para as “urgentes reparações” do sistema. Mais, a própria EU protegeu países de figurarem na lista negra dos paraísos fiscais, como por exemplo, Luxemburgo, Bélgica, Áustria, Suíça… Sabendo que a economia paralela já detêm mais de 20% do PIB mundial e que alguns países ocidentais também beneficiam da reconversão do ilegal para o legal, poderemos pensar, se de facto, é ou não viável uma nova reforma sobre o sistema financeiro mundial?





