segunda-feira, 6 de julho de 2009

PORTUGAL A ARDER (*)



A situação incendiária em que Portugal vive, faz-me lembrar, com um certo humor negro, a de uma casa em chamas cuja urgência em as apagar é de uma importância vital. As estratégias de ataque (Programas eleitorais), a aplicar neste caso, exigem toda a eficácia e celeridade, evitando a todo o custo, os potenciais danos irreparáveis não só no edifício chamado “Portugal”, como também nos seus ocupantes (Contribuintes, empresas, etc.). Constato, com tristeza, que as várias forças parlamentares contracenam neste paupérrimo e chamuscado palco português (Assembleia da República), como “falsos bombeiros”, que estão mais preocupados em saber como ganhar a “medalha de mérito e de coragem”, leia-se, vitória nas próximas eleições legislativas, do que acabar com o incêndio destruidor da casa e salvar quem paga “pacifica, democrática e amordaçadamente” a estes “falsos profissionais anti-crise.” Discutem o supérfluo e defendem a política não cooperante, e por conseguinte, anti-patriótica, num pais que tem forçosamente de se focar naquilo que é de interesse vital e nacional, naquilo que pode ser o arranque do Projecto Estratégico de “Portugal”, nestes tempos difíceis e de oportunidades únicas, por ventura irrepetíveis no mundo futuro sempre em constante mutação. Continuar a representar mal, o papel dos “bombeiros políticos”, através, por exemplo, da postura brejeira de alguns com afirmações de “animais ferozes” e de “politicas de verdade”, é continuar a embalar os portugueses com sonhos ao estilo das “bolas de sabão” e que já nem os “pequenitos” acreditam…

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