
Alguns dos últimos acontecimentos ocorridos e descritos no nosso novo e cada vez mais complexo mundo cibernético, através do recurso às novas ferramentas de comunicação, como o são o “Twitter”, o “Facebook” e a troca de correspondência electrónica (“Mails”), estão a contribuir para eliminar as barreiras de acesso à informação pelos cidadãos, e no limite, à forma como as várias nações se comportam entre si, ou seja, nas suas relações internacionais, nos mais variados domínios económico-sociais e políticos, quer sejam relações legais ou não, de acordo com o direito internacional e com as leis especificas de cada país. A internet está a “uniformizar” o mundo. A disseminação de informação e o seu livre acesso poderá verdadeiramente tornar os sistemas políticos mais democráticos e menos corruptos. Vivemos tempos em que os choques civilizacionais proliferam. Todos os cidadãos do mundo querem legitimamente melhorar os seus padrões de qualidade de vida e aceitam cada vez menos modelos de sociedade repressivos, como acontece por exemplo no Irão que mais cedo ou mais tarde, não conseguirá suster a “enxurrada” demolidora dos sonhadores iranianos que almejam um sistema politico mais aberto e não em constante hostilização com os países do Ocidente. Assim, as comparações entre os vários sistemas nacionais são constantes e cada vez existe uma consciência mais próxima dos Direitos Humanos como objectivo a alcançar. Por vezes, os governos e os seus opositores são apanhados de surpresa com a ocorrência de certos fenómenos políticos e económicos menos “transparentes” (BPP, BCP, BPN, BdP, Freeport, TVI / PT / Governo, PC Magalhães, etc.). As constantes e diárias novidades de falta de ética dos políticos portugueses que descredibilizam a sustentabilidade do Estado de Direito em Portugal, e que era suposto ser um dos ideais da Revolução de Abril de 1974, poderão servir de inspiração ao crescente número de "inconformistas" portugueses que procurarão, tal como os "novos" revolucionários iranianos, lutar por um Pais digno daquele que deu o primeiro passo no processo de globalização - O Portugal dos navegadores portugueses-...
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