Sócrates, o improvísador-mor desta democracia crescentemente "estatizante", não previu o efeito "boomerang" de um dos seus "ícones governativos", tão propagandeado pelo actual governo, e denominado pomposamente por "Choque Tecnológico". A máquina fiscal, tornou-se mais eficiente, ao nível das cobranças de impostos devidos pelos contribuintes faltosos... Contudo, esta "prendinha" dada a estes contribuintes, não é seguramente algo de mau para todos. Por maior que sejam as “omissões informativas” de verdade, começa a surgir uma massa critica que se liberta, paulatinamente, das forças ocultas e que se exprime livremente, através das novas armas cibernéticas ("Facebooks", “Twitters”, SMS´s e Internet) e afins...
Como consequência da gestão danosa e irresponsável da "coisa pública", durante décadas de governação estéril, começa a ser tempo, de quem vier a (a)pagar a crise "sistémica" portuguesa, se integre nas novas gerações de jovens cidadãos, necessariamente, mais reivindicativos dos seus direitos, a par do cumprimento das suas obrigações, e que persistem em não se “resignar” pela defesa do projecto “Portugal”.
Os jovens desta depressiva III República, sabendo da natureza de carácter de certos senhores parlamentares, sejam estes "laranjonhas" de refugo ou "rosas" despudoradas de qualquer tipo de "aroma", já compreenderam que não terão "casa onde se abrigar", se nada fizerem... Os jovens são o futuro de um país, e o futuro hoje é a emigração “sofrida” de muitos portugueses desempregados que são expelidos para países mais acolhedores.
Assim, somente aqueles homens que se transcendem da "sombra", são aqueles que se destacam da normalidade, através da "luz" que é uma simbiose de coragem, humildade, ideias, inteligência, liderança, princípios éticos, lealdade, justiça e com carisma... Estes atributos emergem, sob a forma de "brilho", projectado no seu rosto de "líder-guerreiro" pelas causas em que acredita e pelas quais luta... Nestes tempos, procuram-se as "luzes" em detrimento das "sombras", ou por outras palavras, precisam-se de verdadeiros estadistas e não de “trepadeiras politiqueiras” estilo “cata-vento” ou de furacões misteriosos nunca dissecados por um estado de direito que persiste em não funcionar.
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