Cada vez mais a antiga URSS e a União Europeia (UE), se assemelham mais. A primeira, não admitia a propriedade privada, nem a liberdade de organização empresarial, livre da tutela do Estado. Condicionou-se a criatividade produtiva dos cidadãos, esse elemento tão motivador e necessário ao desenvolvimento e crescimento das economias. Como consequência, o mérito e a qualidade, constituiam realidades não estimuladas pelo Estado comunista. Dai o falhanço deste modelo que se consubstanciou na derrocada e no desmembramento da URSS em paises independentes. O império comunista chegava ao fim dos seus dias, como se de uma implosão se tratasse.
A UE, ou o "Imperio da Europa Ocidental" pressupõe o regime da propriedade e iniciativa privada neste espaço geográfico. Defende-se que a livre concorrência, promove o mérito e a criatividade daqueles que assumem o risco de investir e de produzir riqueza no espaço comunitário e no mundo globalizado. Contudo, em ambos sistemas ideológicos, existem um conjunto de politicos e de burocratas, que não são eleitos pelos seus respectivos povos. Há quem ponha em causa, essa forma de governar em "grupo fechado", e que se questione, se essa forma de liderar o projecto europeu é consentânea com o ideal de democracia. A lentidão da UE em resolver assuntos vitais (Combater os ataques financeiros à zona euro), em tempo util, é cada vez mais evidente. Será que iremos assistir em breve, à derrocada do "império ideológico" que é a União Europeia?
Entretanto, o "império" dos EUA, também, ele começa a abrir brechas, ou não seja este, o pais com o maior nivel de divida do mundo. Este aspecto, começa a preocupar os americanos, que para resolver os seus problemas internos, recorrem à "casa da moeda", o FED, para facilmente, imprimir dolares, moeda aceite como moeda padrão no comércio mundial. Até quando?
A UE, ou o "Imperio da Europa Ocidental" pressupõe o regime da propriedade e iniciativa privada neste espaço geográfico. Defende-se que a livre concorrência, promove o mérito e a criatividade daqueles que assumem o risco de investir e de produzir riqueza no espaço comunitário e no mundo globalizado. Contudo, em ambos sistemas ideológicos, existem um conjunto de politicos e de burocratas, que não são eleitos pelos seus respectivos povos. Há quem ponha em causa, essa forma de governar em "grupo fechado", e que se questione, se essa forma de liderar o projecto europeu é consentânea com o ideal de democracia. A lentidão da UE em resolver assuntos vitais (Combater os ataques financeiros à zona euro), em tempo util, é cada vez mais evidente. Será que iremos assistir em breve, à derrocada do "império ideológico" que é a União Europeia?
Entretanto, o "império" dos EUA, também, ele começa a abrir brechas, ou não seja este, o pais com o maior nivel de divida do mundo. Este aspecto, começa a preocupar os americanos, que para resolver os seus problemas internos, recorrem à "casa da moeda", o FED, para facilmente, imprimir dolares, moeda aceite como moeda padrão no comércio mundial. Até quando?
O Presidente americano, Barack Obama, bem tenta aumentar o nivel limite de endividamento, quando já se fala no incumprimento dos EUA no dia 2 de Agosto de 2011. Mas esse desejo de aumentar o limite da divida não pode ser adoptado para todo o sempre.
Assim, parece que nestes tempos modernos do século XXI, os paises conhecidos pela sigla BIRC, irão ter um papel fundamental, no crescimento e desenvolvimento económico no mundo globalizado, uma vez que de uma forma ordeira, têm vindo a fazer reformas que lhes permite crescer a taxas de fazer corar os paises mais desenvolvidos.
Conclusão: Os centros de poder económico e politico, poderão transferir-se para novos paises cuja estrututra económica, social e politica, seja capaz de atrair os fluxos de capitais, criando novos "impérios" noutras zonas do globo...
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