
O acordo estabelecido entre os vários líderes partidários, relativamente ao modelo das entrevistas a realizar na RTP, SIC e TVI, é um embuste democrático que não presta homenagem àqueles que persistem em exercer o seu dever cívico através do voto.
Em lugar de se promover o diálogo espontâneo e natural entre os políticos na TV, que realce a liderança política de um governo responsável, não, promove-se a venda de um produto televisivo completamente montado e cheio de regras a cumprir pelos intervenientes, de modo a diminuir o risco de alguém poder “perder a face”.
As TV’s e os políticos arriscam o menos possível, enquanto que a maior parte do risco é assumido pelo eleitorado, que continua a passar “cheques em branco” desde 1974, e, que vê os seus direitos cada vez menos assegurados em Portugal.
Por conseguinte, temo que nos bastidores de um palco chamado Assembleia da República, existam acordos semelhantes e em que cada actor político se limita a aparecer no “Canal Parlamento” ou nos “Telejornais” a representar o seu papel, sabendo à partida, que tudo já está determinado pelo “Sistema”.
Certos comentadores políticos da nossa praça, admitem que este tipo de promoção política com regras, é característico de países amadurecidos politicamente e onde o ar que se respira é verdadeiramente democrático, como é o caso dos EUA.
Ao quer transpor e copiar para a realidade portuguesa, o modelo americano corre-se o risco de “borrar a pintura”, uma vez que a sociedade civil americana nada tem a ver com a sociedade civil portuguesa, no que diz respeito àquilo que se espera dos politicos.
Em lugar de se promover o diálogo espontâneo e natural entre os políticos na TV, que realce a liderança política de um governo responsável, não, promove-se a venda de um produto televisivo completamente montado e cheio de regras a cumprir pelos intervenientes, de modo a diminuir o risco de alguém poder “perder a face”.
As TV’s e os políticos arriscam o menos possível, enquanto que a maior parte do risco é assumido pelo eleitorado, que continua a passar “cheques em branco” desde 1974, e, que vê os seus direitos cada vez menos assegurados em Portugal.
Por conseguinte, temo que nos bastidores de um palco chamado Assembleia da República, existam acordos semelhantes e em que cada actor político se limita a aparecer no “Canal Parlamento” ou nos “Telejornais” a representar o seu papel, sabendo à partida, que tudo já está determinado pelo “Sistema”.
Certos comentadores políticos da nossa praça, admitem que este tipo de promoção política com regras, é característico de países amadurecidos politicamente e onde o ar que se respira é verdadeiramente democrático, como é o caso dos EUA.
Ao quer transpor e copiar para a realidade portuguesa, o modelo americano corre-se o risco de “borrar a pintura”, uma vez que a sociedade civil americana nada tem a ver com a sociedade civil portuguesa, no que diz respeito àquilo que se espera dos politicos.
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