
Só nos faltava ter mais uma “pedra no sapato” do contribuinte, em vésperas de eleições legislativas, e agora protoganizada pelo Sr. Carvalho da Silva, representante máximo da CGTP. No actual contexto de crise mundial e de quebra generalizada do consumo, do investimento e da produção, ainda existem “cromos” do “passado” que defendem certas regalias e benesses próprias de tempos que já não existem.Paises onde o investimento externo é acarinhado, tendo em conta a sua rarefação, degladiar-se-iam ao estilo de “pão para a boca” para captar entidades geradoras de riqueza num espaço cada vez mais concorrido internacionalmente.O Sr. Carvalho da Silva, ao influenciar a lucidez tida até ao dia de hoje pelos trabalhadores da multinacional alemã, arrisca o futuro da AUTOEUROPA, desconhece uma regra básica das economias contemporâneas e sobre a qual se sabe que produzir e vender, depende da procura dirigida às empresas e não somente por fazer uma análise aos custos parcelares entre os quais a mão-de-obra. A intransigência de alguns trabalhadores que “arrastam” outros colegas com opinião contrária, e sob a voz de “comando” do sindicato CGTP e seus sindicalistas, comportam-se com uma total irresponsabilidade e possivelmente, com consequências “trágicas” para o tecido económico empresarial expresso por mais subsidios de desemprego. Até quando?O “cartão de visita” que Portugal oferece ao investimento directo estrangeiro, nos actuais tempos, não constitui, de facto, um terreno fecundo de oportunidades: Justiça inoperante, Saúde para alguns, Conflitos sociais crescentes, Desemprego, Insegurança, Burocracia, etc. Será que os interessados não chegarão a perceber que empresas como a AUTOEUROPA, tendem a procurar outros Estados mais responsáveis, uma vez que a tendência actual é a previsivel fusão de marcas de automóveis (Por ex.: Fiat e Chrysler)

