
A personalidade do português comum ou do povo, como tão bem foi caracterizada por um dos maiores artistas portugueses do século XIX – Rafael Bordalo Pinheiro – na figura do “Zé Povinho”, faz-me pensar como é que esta figura, ainda se mantêm tão actual.
Infelizmente, o nosso “Zé” tem engolido toda a propaganda da classe politica sem que se vislumbre qualquer oposição firme deste face ao declino exponencial dos padrões de vida no nosso país “à beira mar plantado”.
Já no tempo do Rafael Bordalo Pinheiro se “apertava o cinto” e parece-me que esse espírito de sacrifício já está incorporado no ADN do “Zé” de hoje.
Esta minha constatação talvez explique a qualidade medíocre da classe política que nos governa há mais de cem anos.
Como alguém já disse, cada povo tem o que merece. Talvez, por ser um “boneco contestatário”, é que a fábrica nas Caldas da Rainha, que produz estas “obras de arte”, está em riscos de fechar, engordando o caudal de desempregados e deixando de exportar “a nossa cultura” para países que dão mais valor aos portugueses do que todos que têm lugar na Assembleia da República Portuguesa.
É triste que em Portugal, para se poder vingar profissionalmente se tenha que emigrar na maioria das vezes. E é mais triste quando o sucesso internacional de Zé é aproveitado pelos políticos e outros “oportunistas”…
Infelizmente, o nosso “Zé” tem engolido toda a propaganda da classe politica sem que se vislumbre qualquer oposição firme deste face ao declino exponencial dos padrões de vida no nosso país “à beira mar plantado”.
Já no tempo do Rafael Bordalo Pinheiro se “apertava o cinto” e parece-me que esse espírito de sacrifício já está incorporado no ADN do “Zé” de hoje.
Esta minha constatação talvez explique a qualidade medíocre da classe política que nos governa há mais de cem anos.
Como alguém já disse, cada povo tem o que merece. Talvez, por ser um “boneco contestatário”, é que a fábrica nas Caldas da Rainha, que produz estas “obras de arte”, está em riscos de fechar, engordando o caudal de desempregados e deixando de exportar “a nossa cultura” para países que dão mais valor aos portugueses do que todos que têm lugar na Assembleia da República Portuguesa.
É triste que em Portugal, para se poder vingar profissionalmente se tenha que emigrar na maioria das vezes. E é mais triste quando o sucesso internacional de Zé é aproveitado pelos políticos e outros “oportunistas”…
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