
Uma nova religião está a tomar forma desde o início deste séc. XXI: Chama-se Globalização, e tem como Deus, o “Dinheiro”. Este Deus tende a proteger somente aqueles que vivem com os “mundanos” princípios e valores tais como: O sucesso, a imagem, a beleza, a ganância.
Os mais vulneráveis e desprotegidos, os desempregados, os pensadores não alinhados ou todos aqueles que estão amputados de pensar criticamente o mundo que os engole a cada minuto que passa, não chegarão ao tão desejado “Céu ou Paraíso”… Chegarão sim ao “Inferno”… marchando paulatinamente em direcção aos novos “Depósitos Humanos Contemporâneos” ou DHC para não chocar os mais sensíveis.
Refiro-me aos “Seres inúteis” económica e socialmente ausentes, destituídos de qualquer dignidade, excluídos dos direitos mais básicos, simplesmente por que a sociedade dos poderosos os cegou e à qual os primeiros devem vassalagem aos segundos, neste “Feudo Mundial”…
Daí que, o crescimento exponencial e concentracionário do poder económico promovido com o recurso à cumplicidade retórica dos políticos “democraticamente eleitos”, esteja a criar e a agravar o fosso entre ricos e pobres, não só dentro de cada país mas também a nível internacional, com consequências graves ao nível da segurança no mundo, como se prova com os atentados suicidas de terroristas a pulularem por sítios inimagináveis – desta vez na Índia e amanhã aonde?
Não sou de esquerda nem de direita, mas sim um “Ser inútil”, como tantos outros, a lutar contra a minha própria cegueira… e como diria o outro, “O pior cego é aquele não quer ver”…
Os mais vulneráveis e desprotegidos, os desempregados, os pensadores não alinhados ou todos aqueles que estão amputados de pensar criticamente o mundo que os engole a cada minuto que passa, não chegarão ao tão desejado “Céu ou Paraíso”… Chegarão sim ao “Inferno”… marchando paulatinamente em direcção aos novos “Depósitos Humanos Contemporâneos” ou DHC para não chocar os mais sensíveis.
Refiro-me aos “Seres inúteis” económica e socialmente ausentes, destituídos de qualquer dignidade, excluídos dos direitos mais básicos, simplesmente por que a sociedade dos poderosos os cegou e à qual os primeiros devem vassalagem aos segundos, neste “Feudo Mundial”…
Daí que, o crescimento exponencial e concentracionário do poder económico promovido com o recurso à cumplicidade retórica dos políticos “democraticamente eleitos”, esteja a criar e a agravar o fosso entre ricos e pobres, não só dentro de cada país mas também a nível internacional, com consequências graves ao nível da segurança no mundo, como se prova com os atentados suicidas de terroristas a pulularem por sítios inimagináveis – desta vez na Índia e amanhã aonde?
Não sou de esquerda nem de direita, mas sim um “Ser inútil”, como tantos outros, a lutar contra a minha própria cegueira… e como diria o outro, “O pior cego é aquele não quer ver”…
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