
Fiquei siderado com o desabafo político muito recente do Presidente demissionário dos EUA, o Sr. George W. Bush, relativamente à questão da Guerra do Iraque.
Dizia ele de ânimo leve, que reconhecia não estar preparado para dar início à Guerra do Iraque, desculpando-se com a informação não muito correcta que tinha obtido dos seus conselheiros militares, entre os quais o Sr. Colin Powell que defendeu a Guerra no seu célebre discurso na ONU apoiado por várias fotografias via satélite, sobre as tão propaladas armas nucleares e químicas, existentes em enormes esconderijos subterrâneos iraquianos. O Sr. Bush enfatizou ainda uma constatação: Que o exercício da presidência moderna acarretava alguma dificuldade em fazer face aos problemas inesperados!
O Sr. Bush reconhece subtilmente então, e partindo da premissa que a informação estava incorrecta, que a razão da guerra foi fabricada pelo simples motivo: O petróleo. Deste modo o Sr. Bush considera-se culpado de fazer uma guerra injusta, já que no Iraque não se encontrou nada de perigosamente letal. A propósito, o Sr. Colin Powell no presente momento faz parte da equipa do Presidente eleito Barack Obama.
Se a mais alta instância dos EUA, teve a coragem de dizer o que disse a uma cadeia de TV americana, então a figura do Presidente dos EUA não pode deixar de ficar ainda mais chamuscada. Como reagirão as famílias dos militares que morreram pelas mentiras “vendidas” como verdades ao Mundo? E no futuro? Será que a História se irá repetir? Haverá o apoio incondicional dos desempregados transformados em militares para novas guerras futuras sem causas nobres?
Todos estes sinais dados pelos EUA ao mundo, contribuíram para que a sua imagem ao nível interno e externo estivesse nos níveis mais baixos de popularidade de sempre.
Sendo Obama um “Self-Made-Man” politico original, carregando consigo o slogan “We Can”, acredito que é possível reparar as “asneiras” da anterior Administração Americana, sob pena dos EUA perderem não só o seu destaque no mundo para outros países emergentes como por exemplo a China, Brasil e Índia e mais grave ainda, continuar a alimentar as raízes do ódio, da exploração, da guerra, da instabilidade internacional económica e politica, elementos todos necessários para manter a chama do “Terrorismo” bem vivos?
A fraqueza económica da URSS fez esboroar a qualidade do seu aparelho militar e contribuiu para a sua impulsão. Nos EUA, há uma forte necessidade de recuperar a economia para que aquela mantenha a sua ambição de manter os seus interesses estratégicos no mundo. É curioso salientar que a URSS se desmoronou em várias repúblicas independentes, na maioria do caso alinhadas com a introdução dos princípios capitalistas enquanto que os EUA, nos actuais tempos difíceis procuram a salvação do sistema económico com uma inesperada protecção do Estado.
Dizia ele de ânimo leve, que reconhecia não estar preparado para dar início à Guerra do Iraque, desculpando-se com a informação não muito correcta que tinha obtido dos seus conselheiros militares, entre os quais o Sr. Colin Powell que defendeu a Guerra no seu célebre discurso na ONU apoiado por várias fotografias via satélite, sobre as tão propaladas armas nucleares e químicas, existentes em enormes esconderijos subterrâneos iraquianos. O Sr. Bush enfatizou ainda uma constatação: Que o exercício da presidência moderna acarretava alguma dificuldade em fazer face aos problemas inesperados!
O Sr. Bush reconhece subtilmente então, e partindo da premissa que a informação estava incorrecta, que a razão da guerra foi fabricada pelo simples motivo: O petróleo. Deste modo o Sr. Bush considera-se culpado de fazer uma guerra injusta, já que no Iraque não se encontrou nada de perigosamente letal. A propósito, o Sr. Colin Powell no presente momento faz parte da equipa do Presidente eleito Barack Obama.
Se a mais alta instância dos EUA, teve a coragem de dizer o que disse a uma cadeia de TV americana, então a figura do Presidente dos EUA não pode deixar de ficar ainda mais chamuscada. Como reagirão as famílias dos militares que morreram pelas mentiras “vendidas” como verdades ao Mundo? E no futuro? Será que a História se irá repetir? Haverá o apoio incondicional dos desempregados transformados em militares para novas guerras futuras sem causas nobres?
Todos estes sinais dados pelos EUA ao mundo, contribuíram para que a sua imagem ao nível interno e externo estivesse nos níveis mais baixos de popularidade de sempre.
Sendo Obama um “Self-Made-Man” politico original, carregando consigo o slogan “We Can”, acredito que é possível reparar as “asneiras” da anterior Administração Americana, sob pena dos EUA perderem não só o seu destaque no mundo para outros países emergentes como por exemplo a China, Brasil e Índia e mais grave ainda, continuar a alimentar as raízes do ódio, da exploração, da guerra, da instabilidade internacional económica e politica, elementos todos necessários para manter a chama do “Terrorismo” bem vivos?
A fraqueza económica da URSS fez esboroar a qualidade do seu aparelho militar e contribuiu para a sua impulsão. Nos EUA, há uma forte necessidade de recuperar a economia para que aquela mantenha a sua ambição de manter os seus interesses estratégicos no mundo. É curioso salientar que a URSS se desmoronou em várias repúblicas independentes, na maioria do caso alinhadas com a introdução dos princípios capitalistas enquanto que os EUA, nos actuais tempos difíceis procuram a salvação do sistema económico com uma inesperada protecção do Estado.
Sem comentários:
Enviar um comentário