
A interacção entre os conceitos de evolucionismo biológico das diversas espécies vivas e os respectivos ecossistemas onde estas nascem, vivem e morrem, foi-nos dada a conhecer pelo célebre naturalista Charles Darwin que criou o principio da “selecção natural”, onde os mais fortes e os mais adaptáveis, seriam os mais protegidos pela natureza. Os países são de certa forma pequenos ecossistemas integrados num ecossistema mundial e globalizado, onde queiramos ou não, a competição é feroz e impiedosa.Sendo Portugal um dos países mais antigos da Europa, parece-me crer que estamos a perder várias guerras no que diz respeito à gestão politica da “coisa publica” e à incapacidade da maioria das empresas portuguesas se adaptarem ao mundo actual num processo de “selecção natural”. Vários indicadores poderão comprovar o meu comentário: Desemprego, endividamento das famílias elevado, fome, baixos salários, baixas pensões, falências fraudulentas, baixas taxas de natalidade e adopção da “politica do filho único”, envelhecimento da população, politicas empresariais e politicas estatais inconsequentes e de fraco rigor económico, acesso rápido à saúde e à justiça somente para quem pode pagar, Universidades com debilidades financeiras, níveis de insegurança nunca antes verificados, lobbies que defendem politicas corporativistas, divida externa incontrolável, descida acentuada das exportações liquidas, desinvestimento privado, carga fiscal asfixiante, concentração crescente de riqueza numa minoria de cidadãos à semelhança do que ocorre em países subdesenvolvidos, etc. Estes sinais negativos levam-me a pensar:Estarão os portugueses em vias de extinção?
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