
A última década foi desastrosa para quem confiava e “punha as mãos no fogo” pela qualidade, eficácia, eficiência e transparência do sistema financeiro mundial.
Infelizmente, muitos queimaram-se e não se sabe se viverão no futuro com as mazelas profundas e por ventura irreversíveis. Aposto que até o célebre economista Adam Smith (Séc. XIX), famoso pelo conceito da “Mão Invisível” como factor de correcção dos mercados em desequilíbrio, se lamentou…
É evidente que o mundo mudou muito, desde que Adam Smith materializou os seus pensamentos económicos na sua mais famosa obra “A Riqueza das Nações”.
Contudo, a História da Humanidade tem-nos ensinado que os radicalismos, quaisquer que eles sejam, não são muito saudáveis. Opondo-se a Adam Smith, Karl Marx descreveu o pecado que era o capitalismo na sua obra “O Capital”.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra…
A globalização reforçou a interdependência dos vários países e jamais se poderá adoptar um proteccionismo económico e político, pois seria totalmente descabido.
O mercado financeiro internacional desencadeou ondas de choque praticamente em todo lado e em tudo o que mexe com dinheiro, desconhecendo-se até quando essa tendência se irá manter.
É imperioso que o G20, grupo constituído pelas mais importantes economias do mundo, se entenda e que procure adoptar as políticas necessárias para obstaculizar o processo de empobrecimento acelerado dos vários países e dos respectivos agentes económicos.
Não é tolerável que os investidores e os depositantes que sempre confiaram no sistema financeiro venham a aplicar as suas poupanças em instituições que não sejam geridas com rigor e transparência. Os Estados têm a obrigação de moralizar e regular o sistema, mesmo que para isso seja necessário proceder criminalmente contra todos aqueles cuja gestão dos bancos, seguradoras, correctores, seja danosa para terceiros.
Nos cinco continentes, além de haver perdas de rendibilidade nos sistemas financeiros existe um número cada vez maior e preocupante de desempregados. E agora pergunto: Se não há dinheiro, se não há empregos, então o que é que nos resta?
Caso os governos continuem a alhear-se destes “desequilíbrios” financeiros corremos o risco de regressarmos ao sistema económico Pré-Histórico e no qual, não havendo moeda, funcionava a troca por troca…
Infelizmente, muitos queimaram-se e não se sabe se viverão no futuro com as mazelas profundas e por ventura irreversíveis. Aposto que até o célebre economista Adam Smith (Séc. XIX), famoso pelo conceito da “Mão Invisível” como factor de correcção dos mercados em desequilíbrio, se lamentou…
É evidente que o mundo mudou muito, desde que Adam Smith materializou os seus pensamentos económicos na sua mais famosa obra “A Riqueza das Nações”.
Contudo, a História da Humanidade tem-nos ensinado que os radicalismos, quaisquer que eles sejam, não são muito saudáveis. Opondo-se a Adam Smith, Karl Marx descreveu o pecado que era o capitalismo na sua obra “O Capital”.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra…
A globalização reforçou a interdependência dos vários países e jamais se poderá adoptar um proteccionismo económico e político, pois seria totalmente descabido.
O mercado financeiro internacional desencadeou ondas de choque praticamente em todo lado e em tudo o que mexe com dinheiro, desconhecendo-se até quando essa tendência se irá manter.
É imperioso que o G20, grupo constituído pelas mais importantes economias do mundo, se entenda e que procure adoptar as políticas necessárias para obstaculizar o processo de empobrecimento acelerado dos vários países e dos respectivos agentes económicos.
Não é tolerável que os investidores e os depositantes que sempre confiaram no sistema financeiro venham a aplicar as suas poupanças em instituições que não sejam geridas com rigor e transparência. Os Estados têm a obrigação de moralizar e regular o sistema, mesmo que para isso seja necessário proceder criminalmente contra todos aqueles cuja gestão dos bancos, seguradoras, correctores, seja danosa para terceiros.
Nos cinco continentes, além de haver perdas de rendibilidade nos sistemas financeiros existe um número cada vez maior e preocupante de desempregados. E agora pergunto: Se não há dinheiro, se não há empregos, então o que é que nos resta?
Caso os governos continuem a alhear-se destes “desequilíbrios” financeiros corremos o risco de regressarmos ao sistema económico Pré-Histórico e no qual, não havendo moeda, funcionava a troca por troca…

